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        <title>Almagreira e a Comunidade Portuguesa no Mundo - peniche</title>
        <description>Dedico este espaço a todos  Portugueses e Emigrantes em todo o Mundo mas em especial aos Emigrantes Pombalenses! !</description>
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                <title>O desemprego no Destrito de Leiria</title>
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                <author>noreply@ (Armenio Jesus)</author>
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                                <category>Peniche</category>
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                                                <pubDate>Sat, 27 Oct 2007 21:30:00 +0200</pubDate>
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                    &lt;p&gt;&lt;font color=&quot;#003300&quot;&gt;Desemprego afecta franjas do distrito&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Dados do desemprego no distrito revelam que é nos concelhos extremos Norte e Sul que o desemprego ataca com mais força, considerado endémico nos concelhos do Norte interior.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Depois de vários anos em que os relatos dos casos mais dramáticos de desemprego surgiam a partir da Marinha Grande - concelho onde as fábricas de mão-de-obra intensiva fechavam umas a seguir às outras - esta chaga social parece ter-se deslocalizado para Sul (Nazaré e Alcobaça) e pequenos concelhos do Norte do distrito: Castanheira de Pera, Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos e Alvaiázere. Nestes últimos casos a situação poderá mesmo considera-se endémica, porque a falta de investimentos empresariais não perspectiva a criação de novos postos de trabalho na zona, para além de médias superfícies comerciais projectadas para Figueiró dos Vinhos e Ansião, empreendimentos que, aliás, se estendem a Pombal, Leiria e Porto de Mós, adiantou ontem em Pombal o director regional do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) de Leiria, Nunes da Silva. Este responsável falava na Conferência Regional do Centro, que reuniu à volta da mesa cerca de 30 entidades, desde organismos desconcentrados do Estado, autarcas, organizações sindicais e confederações patronais.&lt;br /&gt; No encontro participaram também responsáveis de empresas de referência do distrito, nomeadamente a LN Moldes, Distrim 2 e Crisal. Henrique Miranda, desta última empresa, lamentou “a falta de empenho, resistência à mudança e absentismo” revelada por grande parte dos operários, porque “a opção de trabalhar na indústria é encarada como uma inevitabilidade” para quem não teve formação e não quer deslocar-se para longe do seu domicílio. Esta falta de motivação leva a que haja um grande índice de absentismo, que a Crisal tenta contrariar com uma estratégia onde se integram os subsídios de assiduidade, formação de recursos humanos e a atribuição de bolsas de estudo aos descendentes dos funcionários assíduos. Mesmo assim, o contrato colectivo de trabalho obriga a fábrica a compensar os trabalhadores com uma média anual de mais 28 dias de trabalho, para além dos regulamentares 25 dias de férias, como compensação das horas extraordinárias cumpridas. Este quadro laboral leva Henrique Miranda a confessar que a Crisal revela menor competitividade que outras fábricas de vidro de mesa, localizadas no estrangeiro, mas que também fazem parte do grupo Libbey, onde esta empresa se integra.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.asbeiras.pt/index2.php?area=leiria&amp;amp;numero=51179&amp;amp;ed=27102007&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;As Beiras Online&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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